💸 Compra de RPV

Venda de RPV: como vender a sua e receber à vista

Você tem uma RPV para receber da Justiça e não quer esperar? Dá para vender o seu crédito e receber o dinheiro à vista agora. Aqui você entende como a venda funciona, quanto a sua RPV vale hoje e o que conferir antes de fechar com qualquer empresa.

  • Avaliação gratuita — nunca cobramos nada adiantado
  • Empresa registrada: CNPJ, endereço e telefone que você confere
  • Proposta por escrito e contrato formal antes de qualquer assinatura

Quanto vale a minha RPV?

Informe o número do processo e avaliamos gratuitamente. Não tem o número em mãos? Dá para consultar pelo CPF.

Ao continuar, você autoriza o uso dos dados informados para a análise do processo e o contato pelo WhatsApp, conforme a política de privacidade.

Consulta gratuita · sem compromisso

O que é uma RPV e por que ela pode ser vendida

RPV é a sigla de Requisição de Pequeno Valor. Quando alguém ganha uma ação contra o poder público — a União, um estado, um município ou uma autarquia como o INSS — o pagamento não sai direto da conta do governo. O juiz expede uma requisição, e é ela que manda o ente pagar.

Se o valor cabe no teto de "pequeno valor", vira uma RPV. Se passa do teto, vira um precatório, que entra numa fila muito mais longa. No âmbito federal, esse teto é de 60 salários mínimos (Lei 10.259/2001). Estados e municípios fixam os próprios limites por lei, quase sempre menores que o federal — por isso o mesmo valor pode ser RPV num lugar e precatório em outro.

A lei prevê que a RPV seja paga em até 60 dias contados da apresentação da requisição. É o prazo no papel: entre a decisão final, os cálculos, a expedição e o depósito efetivo, costuma passar bem mais tempo do que a conta sugere.

E, como toda RPV é um crédito seu contra o poder público, ela pode ser transferida a outra pessoa ou empresa. É exatamente isso que o mercado chama de "vender a RPV" — o nome técnico é cessão de crédito.

Por que as pessoas vendem a RPV antes de receber

O motivo quase sempre é o mesmo: o dinheiro é necessário agora, e a espera não tem data confiável. Entre o fim do processo e o depósito ainda cabem os cálculos, uma eventual impugnação da Fazenda, a expedição do ofício requisitório e a fila de pagamento do próprio ente.

Os casos mais comuns que chegam até nós são estes:

  • Quitar uma dívida cara — cartão, cheque especial ou empréstimo, cujos juros correm bem mais rápido do que a correção do crédito judicial.
  • Cobrir um tratamento de saúde, uma reforma urgente ou uma emergência da família.
  • Aproveitar uma oportunidade que exige dinheiro à vista, como a entrada de um imóvel ou um negócio próprio.
  • Trocar uma promessa sem data por um valor certo — algumas pessoas simplesmente preferem previsibilidade.
⚖️ Sendo honesto: vender nem sempre é o melhor negócio. Se você não tem pressa e o pagamento já está próximo, esperar tende a render mais. Vender faz sentido quando o dinheiro agora vale mais para você do que o valor cheio depois.

Como funciona a venda de RPV na prática

Juridicamente, você não "vende um processo" — você cede um crédito. A Constituição garante esse direito no artigo 100, § 13: o credor pode ceder seu crédito, total ou parcialmente, a terceiros, e para isso não precisa da concordância do governo devedor.

O que a lei exige é transparência: pelo § 14 do mesmo artigo, a cessão só produz efeitos depois de comunicada por petição protocolizada ao tribunal de origem e à entidade devedora. Ou seja, a operação é registrada no seu próprio processo — não é nada feito por fora.

Na prática, o caminho é: você assina um contrato de cessão com a compradora, recebe o valor combinado e a petição é protocolada nos autos informando que o crédito mudou de titular. A partir daí, quem espera o pagamento do governo é a compradora — o risco e o tempo passam a ser dela.

Vale conhecer um detalhe: as preferências de pagamento são pessoais e não se transferem. Se você tem prioridade por idade, doença grave ou deficiência, ela vale para você — e some quando o crédito é cedido. Em RPV isso pesa pouco (a fila já é curta), mas em precatório muda bastante o cálculo. Veja em vender precatório.

Quanto vale a sua RPV hoje

Não existe tabela. O valor de uma proposta séria sai da leitura do seu processo, e depende basicamente de quanto tempo e quanto risco ainda separam aquele crédito do dinheiro na conta:

  • Em que fase o processo está — uma RPV já expedida, sem recurso pendente, vale mais do que um crédito que ainda depende de homologação de cálculos.
  • Quem é o devedor — a União e o INSS pagam com regularidade; muitos municípios atrasam. O mesmo valor de face não vale o mesmo em cada caso.
  • Quanto ainda vai ser descontado — Imposto de Renda sobre parcelas de natureza salarial, contribuição previdenciária e os honorários contratuais do seu advogado saem do bruto. O que interessa é o líquido.
  • Se há disputa sobre o valor — impugnação da Fazenda aos cálculos ou dúvida sobre a titularidade aumentam o risco e derrubam o preço.
💡 A diferença entre o valor de face e o que você recebe hoje é o deságio — o preço do tempo e do risco que a compradora assume. Desconfie de quem dá um número fechado sem ler o seu processo: ou vai mudar depois, ou não era proposta de verdade.

O que é preciso para vender a sua RPV

Para a avaliação inicial, basta o número do processo — ou o seu CPF, se você não tiver o número em mãos. É informação que já é sua, e a consulta é gratuita.

Se você decidir seguir com a venda, aí sim entram os documentos da formalização:

  • Documento de identidade com foto e CPF.
  • Comprovante de residência atualizado.
  • Dados bancários da conta em que você quer receber.
  • Certidão de estado civil (e, quando o caso exigir, a anuência do cônjuge).
  • Se você é herdeiro de quem ganhou a ação: certidão de óbito e a documentação do inventário ou o alvará judicial.

Cuidados antes de vender: como não cair em golpe

Crédito judicial atrai golpista, e vale conhecer os sinais antes de conversar com qualquer empresa — inclusive com a gente:

  • Nunca pague nada adiantado. Nenhuma empresa séria cobra taxa, "custo de liberação" ou "imposto" para comprar o seu crédito. Quem compra paga você, não o contrário.
  • Confira quem está do outro lado. CNPJ, endereço e telefone precisam existir e bater. O nosso é CNPJ 67.883.362/0001-49, NP Consultoria e Investimentos Ltda., em São Paulo/SP.
  • Exija contrato por escrito, com o valor exato que você vai receber e o prazo de pagamento. Proposta séria não é combinada só por áudio.
  • Fale com o advogado da sua ação. A cessão precisa ser comunicada nos autos, e ele é quem conhece a fase do processo.
  • Desconfie de urgência artificial. "Só vale hoje", "última chance" e pressão para assinar na hora não combinam com uma operação que fica registrada num processo judicial.
  • Confira o valor no próprio processo antes de aceitar. Você tem direito de saber de quanto é o seu crédito.

RPV ou precatório: qual é o seu caso

Muita gente chega achando que tem uma RPV e na verdade tem um precatório — e vice-versa. A diferença é só o valor: até o teto do ente devedor, é RPV; acima, é precatório.

Isso muda tudo na hora de vender. A RPV tem prazo legal de 60 dias e fila curta. O precatório entra em ordem cronológica e pode levar anos, o que costuma refletir num deságio maior. Se o seu caso for esse, veja como vender um precatório ou como funciona a antecipação.

Se você não sabe qual dos dois é o seu, não tem problema: informe o número do processo ou o CPF no formulário e nós identificamos gratuitamente.

Passo a passo

Como vender a sua RPV com o MeuDinheiro

1

Envie o número do processo

A avaliação começa por um dado público — o número do processo. Não tem em mãos? Dá para usar o seu CPF ou falar direto no WhatsApp.

2

Analisamos o seu caso

Verificamos a fase do processo, o valor do crédito, o ente devedor e o que ainda será descontado. Tudo gratuito e sem compromisso.

3

Você recebe a proposta

Enviamos por escrito, no seu WhatsApp, o valor exato que você recebe. Você decide com calma, depois de ver o número.

4

Assinou, recebe à vista

Formalizamos em contrato, comunicamos a cessão nos autos e o pagamento é feito no prazo combinado. A espera do governo passa a ser nossa.

Dúvidas

Dúvidas sobre a venda de RPV

Em muitos casos, sim. O que existe desde a decisão favorável é um crédito seu contra o poder público — a expedição da requisição é uma etapa desse caminho. Um crédito já expedido tende a valer mais, porque falta menos tempo até o pagamento, mas casos anteriores à expedição também são avaliados. A única forma de saber é analisando o processo, e a análise é gratuita.

Descubra hoje quanto vale a sua RPV.

Avaliação gratuita, sem compromisso e sem nenhuma cobrança adiantada.

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